sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Lula já aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em nova pesquisa

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 50,6% dos votos válidos na disputa pela Presidência, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alcança 49,4%, segundo pesquisa Vox Brasil noticiada pelo Metrópoles. A diferença de 1,2 ponto percentual representa vantagem numérica do petista, mas configura empate técnico na margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento ouviu 2.100 eleitores entre 20 e 22 de outubro e tem nível de confiança de 95%. Os resultados retratam as intenções de voto na reta final da campanha para o segundo turno, marcado para domingo, 25 de outubro.

Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Lula soma 45,4% das intenções de voto no conjunto da amostra. Flávio aparece com 44,3%, uma distância de 1,1 ponto percentual. As respostas nenhum, branco ou nulo representam 6%, enquanto 4,3% não sabem ou não opinaram.

O cálculo dos votos válidos considera apenas os entrevistados que escolheram um dos concorrentes. Assim, exclui brancos, nulos e respostas sem definição de candidato, recalculando a participação de cada postulante sobre o total restante. É nesse recorte que os percentuais chegam a 50,6% para Lula e 49,4% para Flávio.


A pesquisa também mediu a rejeição aos dois candidatos. De acordo com os dados publicados pelo Poder360, 47,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Lula foi citado por 44,8%. Outros 3,9% rejeitam ambos, enquanto 2,2% não rejeitam nenhum dos concorrentes. Os que não souberam responder ou não opinaram somam 2%.

Na avaliação do governo federal, o levantamento registra 46,9% de aprovação e 48,1% de desaprovação. Outros 5% não souberam responder, segundo os resultados divulgados pela CartaCapital.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03259/2026. Conforme a ficha técnica reproduzida pelo Poder360, o estudo custou R$ 50 mil e foi financiado com recursos próprios do instituto.

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Por que votar na reeleição do Presidente Lula em 25 de outubro?


 O Brasil se aproxima de mais uma decisão presidencial. No próximo dia 25 de outubro, milhões de brasileiros retornarão às urnas para escolher o presidente da República. A disputa do segundo turno envolve Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), candidato à reeleição, e Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL).

A eleição acontece em um contexto de debates sobre desenvolvimento econômico, desigualdade social, políticas públicas, segurança, educação e funcionamento das instituições democráticas. Mais do que a escolha de um governante, o processo eleitoral define quem terá a responsabilidade de conduzir a administração federal nos próximos quatro anos.

A trajetória política de Lula está associada ao movimento sindical, à criação do Partido dos Trabalhadores e à Presidência da República. Sua atuação no Executivo federal inclui políticas de transferência de renda, acesso à educação, habitação popular e programas de inclusão social. Entre as iniciativas existentes no atual governo estão o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e o Pé-de-Meia.

Esses programas integram o debate eleitoral sobre o papel do Estado na redução das desigualdades. Sua continuidade, financiamento, cobertura e resultados são questões de interesse público que exigem acompanhamento, transparência e avaliação.

A educação também ocupa lugar central nessa discussão. O financiamento da escola pública, a valorização dos profissionais da educação, a alfabetização, a permanência escolar e o fortalecimento dos mecanismos de participação social são temas que ultrapassam os limites de uma eleição. São responsabilidades permanentes dos governos e das instituições públicas.

No campo econômico, o debate envolve emprego, renda, inflação, equilíbrio das contas públicas e capacidade de investimento. Medidas anunciadas pelo governo durante o período eleitoral também suscitam discussões sobre seus custos, suas fontes de financiamento e sua sustentabilidade nos próximos anos.

Outro aspecto relevante é a democracia brasileira. A legitimidade do processo eleitoral depende do respeito ao voto, à pluralidade política, à liberdade de expressão, às instituições republicanas e à alternância de poder prevista na Constituição. A fiscalização dos atos governamentais e o direito à crítica constituem elementos essenciais desse sistema.

Nesse contexto, a candidatura de Lula à reeleição integra uma escolha que pertence exclusivamente ao eleitorado. O debate público pode examinar seu histórico administrativo, os compromissos apresentados para um eventual novo mandato e as condições institucionais para sua execução.

No dia 25 de outubro, o voto será exercido de forma direta e secreta, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral. A participação cidadã, o acesso à informação confiável e o respeito ao resultado das urnas permanecem fundamentais para a vida democrática brasileira.

A democracia não se encerra no ato de votar. Ela continua na fiscalização das políticas públicas, na atuação dos conselhos de participação social, na defesa dos direitos constitucionais e na responsabilidade permanente dos representantes eleitos perante a sociedade.

Emerson Araújo/Editor do Blogue Bate Tuntum

‘Bora Virar’: manifestantes pró-Lula defendem democracia nas ruas de todo Brasil e do exterior


Ao menos 80 cidades brasileiras marcaram atos em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (18/10), há uma semana do segundo turno eleitoral contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL). Foram realizados comícios em diversas localidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife, Florianópolis e Porto Alegre, com atividades como apresentações musicais e encontros culturais.

Além das mobilizações em território nacional, também foram realizados atos pró-Lula fora do país, como em Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos; Lisboa e Porto, em Portugal; Londres, no Reino Unido; Colônia, na Alemanha; e Milão, na Itália.

OPERA MUNDI